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Visit the interior of the earth and by rectifying you will discover the hidden stone (meaning: visit your own being, and by rectifying you will find your inner hidden self).

Visita o interior da terra, e rectificando encontrarás a pedra escondida (significado: visita o teu interior, e rectificando-o encontrarás o teu eu oculto).

V.I.T.R.I.O.L (Lema maçónico/alquímico)

Na química, vitriol são sais de sulfato de cobre ou enxôfre e o seu derivado, o ácido sulfúrico. O nome deriva do latim “vítreo”, dado que o sulfato de ferro contém pedaços de material vítreo esverdeado. O vitriol é simbolizado alquimicamente por um “leão verde”, uma substância venenosa que surge com a degradação do metal pelo ácido. O ácido sulfúrico, ou óleo de vitriol, era usado na síntese da lapis philosophorum – a pedra filosofal. Uma propriedade única do ácido sulfúrico é que ele dissolve metais, todos excepto o ouro, sobre o qual não tem qualquer efeito.

O lema alquímico para “vitriol” é “Visita Interiora Terrae Rectificando Invenies Occultum Lapidem”  e tem a sua origem na obra “L’Azoth des Philosophes” pelo alquímico do século XV Basilius Valentinus. Para os maçons o lema é uma componente comum simbólica da “Câmara de Reflexão”, onde um maçon contempla e reflecte na natureza da morte.

Tanto na maçonaria como na alquimia o lema refere-se a um processo de purificação interna, espiritual.

Dentro da moldura redonda, de fundo, está outro símbolo do “v.i.t.r.i.o.l.”, na verdade uma sua ilustração. Para uma explicação detalhada da sua simbologia (em inglês) por favor clique na imagem.

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Ilustração principal de Pietro Berrettini,  conhecido como “Pietro da Cortona” (1596-1669). Este é parte de uma série criada em 1618, quando ainda nem tinha 20 anos. Foram produzidos cerca de 20 desenhos a partir de dissecações no Santo Spirito Hospital, possivelmente levadas a cabo pelo cirurgião Nicolas Larchée. Contudo os desenhos não foram publicados na altura, o que só veio a acontecer mais de um século depois. As poses são reminiscentes dos  modelos clássicos, em voga na época, e muitos deles utilizam molduras (espelhos) como adereços.

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A ilustração da cabeça é proveniente do “Traité complet de l’anatomie de l’homme, comprenant la médecine operatoire” Vol. 4 (1836), de Jean-Baptiste Marc Bourgery com ilustrações de Nicolas-Henri Jacob.

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A imagem do bebé é parte de uma série sobre o desenvolvimento do feto humano, da autoria de Samuel Thomas von Sömmerring, na obra “Icones Embryonum Humanorum” de 1799.

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