Pedro Alves da Veiga é um artista transdisciplinar, licenciado em Engenharia Informática, doutorado em Média-Arte Digital com louvor e distinção, versando a sua tese sobre Experiência e Atenção: Construção e Constrição de Ecossistemas de Média-Arte Digital.

É investigador do CIAC – Centro de Investigação em Artes e Comunicação, tendo estado ligado durante mais de duas décadas à atividade empresarial, e contando com vários prémios de webdesign e multimédia.

Atualmente desenvolve atividade artística em assemblage, programação criativa generativa, audiovisuais digitais, e partilha regularmente resultados da sua investigação em conferências e publicações científicas especializadas sobre o papel social da arte e cultura digitais e as influências das economias da atenção e experiência no ecossistema da média-arte digital.

As suas obras já foram expostas individual e coletivamente em Portugal, China e Estados Unidos da América.

Participou em várias exposições colectivas de arte, destacando o espaço Montepio, em 2001, e em 2002 a Galeria Municipal Gymnásio, e o MInistério das Finanças, em Lisboa, em Dezembro de 2014 a primeira presença numa feira de arte internacional: SCOPE Art Miami integrado na colectiva Art Takes Miami, com peças da série Principium, e em 2015 e 2018 na Bienal Internacional de Arte de Cerveira.

Expôs individualmente na Quinta da Regaleira, em Sintra, em 2012, com mais de 6.000 visitantes ao longo de três meses, na StoryTailors Store, em Lisboa, em 2013, na Galeria Municipal de Monsaraz – Igreja de Santiago, integrado no programa Monsaraz Museu Aberto (2014), Fábrica Braço de Prata (Lisboa, 2015), e na Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos (Amadora, 2016).

Apresentou ainda obras de média-arte digital nas conferências Expressive CAe 2016 e Ciência 2016, Bienal de Cerveira (Vila Nova de Cerveira, 2015), INVITRO (Lisboa, 2015), Festival Paratissima (Lisboa, 2016), Heritales (Évora, 2016), Artech 2017 (Macau, 2017), Galeria Municipal TREM (Faro, 2018) eBienal Internacional de Arte de Cerveira (2015, 2018).

Mais informações:

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Computer generated bio (500letters.org)

Pedro Alves da Veiga

Pedro Alves da Veiga (°1963, Lisbon, Portugal) creates media artworks and installations. With Plato’s allegory of the cave in mind, Alves da Veiga seduces the viewer into a world of ongoing equilibrium and the interval that articulates the stream of daily events. Moments are depicted that only exist to punctuate the human drama in order to clarify our existence and to find poetic meaning in everyday life.

His media artworks sometimes radiate a cold and latent violence. At times, disconcerting beauty emerges. The inherent visual seductiveness, along with the conciseness of the exhibitions, further complicates the reception of their manifold layers of meaning. By studying sign processes, signification and communication, his works references post-colonial theory as well as the avant-garde or the post-modern and the left-wing democratic movement as a form of resistance against the logic of the capitalist market system.

His works are an investigation into representations of (seemingly) concrete ages and situations as well as depictions and ideas that can only be realized in media art. By demonstrating the omnipresent lingering of a ‘corporate world’, he makes work that deals with the documentation of events and the question of how they can be presented. The work tries to express this with the help of physics and technology, but not by telling a story or creating a metaphor.

His works question the conditions of appearance of an image in the context of contemporary visual culture in which images, representations and ideas normally function. By emphasising aesthetics, he makes work that generates diverse meanings. Associations and meanings collide. Space becomes time and language becomes image.

His works demonstrate how life extends beyond its own subjective limits and often tells a story about the effects of global cultural interaction over the latter half of the twentieth century. It challenges the binaries we continually reconstruct between Self and Other, between our own ‘cannibal’ and ‘civilized’ selves. Pedro Alves da Veiga currently lives and works in Estoril.

 

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