Arcana imperii

B

The secrets of power.

Os segredos do poder.

Frase atribuída a Públio (Caio) Cornélio Tácito (em latim Publius (Gaius) Cornelius Tacitus) ou simplesmente Tácito, (55 – 120), relativa aos assuntos de Estado  (ou de qualquer organização com ambições universais) secretos. Tácito foi um historiador, orador e político romano. Ocupou os cargos de questor, pretor (88), cônsul (97) e procônsul da Ásia (aproximadamente 110-113).

O “Deus Cornífero” é um termo moderno, criado para descrever numerosas divindades masculinas, a partir de uma gama de mitologias, mesmo que historicamente não relacionadas. Essas divindades incluem, por exemplo, o celta Cernuno, o gaélico Caerwiden, o inglês Herne, o Caçador, o hindu Pashupati, os gregos Pan e sátiros, o nórdico Odin e mesmo pinturas rupestres do Paleolítico como “o Feiticeiro” na caverna francesa dos “Três Irmãos”. Os Panteões tradicionais dos deuses corníferos são os europeus, pois que aí se deu o berço de suas crenças.

O Deus Cornífero é o deus fálico da fertilidade. Geralmente é representado como um homem de barba com casco e chifres. Ele é o guardião das entradas e do círculo mágico que é traçado para o ritual começar. É o Deus dos bosques, o rei do carvalho e do azevinho e senhor das matas. É o Deus que morre e sempre renasce. Os seus ciclos de morte e vida representam a nossa própria existência. A mais antiga imagem conhecida do Deus Cornífero é aquela do Deus com chifres de cervo ou alce, o Senhor das Florestas.

Ilustração de Joseph Maclise, do seu livro “Surgical Anatomy”, de 1859, com acerto (reconstrução de ilustração) do braço esquerdo.

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O búzio enquanto símbolo de ocultação, esconde no interior do deus cornífero os seus segredos. A ilustração é de A.R. d’Apreval e representa um argobuccinum giganteum.

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